quinta-feira, 27 de julho de 2017

Aos jogos, seus trompetes patriarcais.

Das palavras em minha boca re-glorificadas por sinos que não meus. 
Passo, é um badalo. Animal,
       quando nos deixarão em posse da glória de nossa própria integridade metálica? 
                           afinal, não há patrimônio
Mas vejo un sino.

                Dó,
      em que parece que só Sol falta, quando na verdade 
 toda dó que soa é apenas uma mais projeção diacrônica daquilo que 
 a diferença                                    ousou
                traçar.                        - [fálica, ao sempre

No tempo,
            isto foi quando me separou por um traço,
                                  riscando bravos sons náuticos   que        
 ao sol dó não pertenceu
;
Na violência,
                         quando reconhecida em destituir Outros 
daquilo que, por entre apropriações ou medos já vindos, 
                   há muito havia ditado a dor.
                            Educando o eu. Educado- para além, de mim.
Ou Mi? . o 'N'.

Saí. 
       Que sou, 
    Serciente que sente busca entre hoje's 
partidas vindas das próprias traições
             Significantes(?) 
                                        aO talvez,

a proporcionalidade domada do Ser visto 
em 
        Si por Si
           gnificado, ou 

quem ouse me re-atirar a mim mesmo
a um ser dado ao mu.n.do de apropriações,
  patrimônios coloquiais, codicilos linguístico-gramatológicos. 
              [Aiii] que lógica, 
bota tudo,                         Entre eu e a gramática, 
na minha mente em não querer dizer
ditando à fala com que me pontuam 
                  a penas 
bastando o emudecido ao querer-dizendo

              o abismo do sentir querer comunicar
                                                                  levianidade do ser-momento 
fadaNdo porvires ao dizer: 
                                             - nunca d'eu.

terça-feira, 10 de maio de 2016

os septos desvairados
 se desviram recorrentes
 e mentem, ,em 
    têm sim, em
não por algo 
perseguisse ao viesse aquele que viste,
 tu veste aos avessos
  sem regressos
porquê o porco é aflito e te atira
  ó maldito maldito
canta pra mim como fere toda a seita
  das minhas irmãs favoritas
    aquelas mais cândidas
  elas foram retiradas do frente
 antes mesmo de você desvairar
 coragem,    prova
  sabes que quando sine qua nom
 nomina todos os ângulos da prece
  por todos aqueles que te esperam
    dentro de todos e d'etrê aqueles
  prosperam
me puxa re-chuta
 aos lados ambíguos
   daquele povo esquecido
vai levando servos por tantas eras
 quanto erra a foice
  na prensa aflita foi-te
 não
   corr
          ói te.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Nefelim - fev/2016

Tema: Sonho Denso Invocação: Encontros Encontrões Choque Amor Dissipação Perda Natural


Título: Pela tarde, noite.
Cuja perda, em que percas
soa
ando por apuros, sujos
esmaecidos, véus rompidos
a sorte meu cervo, sirvo, servos desnudos
à palio 
cor que for, vem presente
independentemente 
restos completam o unicelular
ligam
eram mais de três, eram talvez 
um
ouve, em sussurros 
nióbio nas fronteiras
surra surra sussuarana
ana
chama.

sábado, 19 de dezembro de 2015

à quem descida

criando diagramas daquela uma
- um único, unívoco, vocálico canto
  na noite que coice ao açoite
  reparando no destemido tímido sítio
  que pára, logos, pára volta
  cai, derruba, chama ao lado
  me pedindo futuro, já!
ouça, você
tempo, repára bem nos muros
sumos (des)futuros do que tira
tudo tido, tendo, tens,
já. não cala.
- cores
  pintam
  murros que sussuros
  trazem sempre de volta
a volta - tempo - morto pré nascido
  mas vivente, diferente, contado, contente.
  chama, não cansa e oxigena
  a chama que quero, não vai.
  es vai, voa pedante-pedindo
  meu todo eu que ja ido
  só tem por ti vem vindo
  e n'água acaba atrito
  desse tempo que não pára
vem, não pára.



domingo, 15 de novembro de 2015

sem reconhecer que meu par, faro reconhecido
   meu ido, itos levianos estarrecidos
sem pesar nos nós sem, pré seletivos
pois, sempre pasma quando comunica
  sem, ser há que se descrever não há pelo
pele em que ao menos recita
  ao norte em que pasma, sempre segue
no elo armo, tão calado no palo falo que encita
  não fala das conchas que tão conexas ressuscitam
ou recitam de tano quitam, ao figurar exótico
  mito enfermo do cerne reco
fino, ino, mino,
qui.
Eu passei um preço passo tanto quanto compreendido
  eu passei             passo                 tanto
com presa estarrecida, preso empreendido, prazos
  pressa    preso   praça
sabe
        em trinta em três disseram se três entristecidos
muto
         não não não -  havia de dizer lá, que logo ali ouvem se
ecos do repleto, com fusos, troca-torcidos
  não não vão
logo estará repleto de decididos
                                                    houvera pensado
ou dito
                 mas há,           tanto
                         há.

Jornal - Nov - Dogmas

Em cimo anseio cismas
hábismos,      crimas
cismo,      não  -
me diga
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Em tortura de um carisma -;
é vero, dá a ti
       s~~ao
performances-nuâncias de  pequenos clismas
  subculturais  endo-exoteriais,  em planando
parado' óxidos sucedidos  em-traçando
- um velho cerco reveste os laços, bibliotecas
   pés direitos,   e(s)tilhaçam a puberdade de um intelecto
eternum in   -, perfomance's
   resignificando-habitat em-quando's,
  por derramando seu Ser,
ego
          tango, tanto habita, bata -; beata
excita, às palavras, cavando  Karamazov's empíricos
  plasmas, pele, empala
         o plastro  regurgitado por excessos  de ises
Alto.
     pasma;
somaram-se
  dividendo-se
   um   número,
   o -
metil.