Este fluxo,no parque,no sol,na desesperança,
deixarei a mão de todos para você, não precisarei delas aqui.
Consagro o erro nesta trincheira, enquanto outros tiram as roupas
continuarei menor e rouco, rasgando o roteiro dessa vida.
Girando ,cada vez mais fundo, cada vez superando a simplicidade
da verdade que está rasgando minha lingua mas não me empedindo
de falar de contestar que deveríamos enchergar as coisas como não
mesmo se no caso o plural seja o mais solitário pois enquanto sinto todos
eu sinto o gosto de merda saindo das feridas carmesim que ninguém ousa ver
mesmo com tantas a disposição para aprofundamento e seus dedos nas feridas
já não podem mais me atingir pois parte do mundo não faço mais
enquanto toda a belza escorrega dos meus olhos, mesmo nunca sonhando com isso
me parece tão doce quanto meu vázio que devagar vai se desenrolando
ao que me tornei, vázio,devastado então porfavor não ouçam eu falando e me deixem.
Eu estou assistindo minha novela favorita, seus dedos roçando na minha boca enquanto
engordo com as besteiras que ouço e assim fortemente me machuco quanto esqueço oque
vem a seguir sentindo todo perfume que massageia meu nariz transformando oufato em
masturbação e assim vai oque chamam de amor mas não sabem sequer explicar apenas
conjulgar em várias formas e contar as silabas métricas e ai vai ela andando através do vidro
tomando do meu copo quebrado enquanto me consulto ao machucar seus lábios doces
e quebrar seus dedos suaves até sumir e tudo isso não passar do começo, da entrada
da timidez assimilada pela incopetêcia do mundo em um único uivo esquecido,introvertido,
inrustido,entravado,entemor, ontem porfavor me levem daqui.
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